Pelas
margens e encostas do Rio Paiva
foi
um êxito que todos realçaram
Vila Viçosa acolheu pela primeira vez uma prova de BTT no ultimo sábado do mês de Abril.
Por minha iniciativa, já anteriormente,
se tinha gizado uma prova parecida, privilegiando um trilho pelo Vale do
Ardena, mas a falta de interesse demonstrado na ocasião, pela colectividade
local, levou a abandonar a ideia.
O evento surgiu agora, pela mão do amigo Zé Rodrigues, que com um grupo de entusiastas da modalidade, realizaram uma prova, com sucesso e razoável adesão.
O evento surgiu agora, pela mão do amigo Zé Rodrigues, que com um grupo de entusiastas da modalidade, realizaram uma prova, com sucesso e razoável adesão.
A organização contou com 30 fortes e destemidos participantes,
assim como a presença de alguns elementos femininos, que souberam dar um toque
de beleza à prova, mas a verdade é que mal se inicio a jornada, aconteceu logo
o primeiro de muitos percalços, com uma bicicleta presa numa rede que não havia
jeito de querer sair !!!
O grupo seguiu depois em direcção a S. Pedro ( Travanca ) e
aí aconteceu, a partir da EN 225, uma descida vertiginosa até ao Rio
Paiva e foi, nesta parte acidentada do percurso, que surgiram os primeiros
problemas técnicos, como correntes partidas, ocorrências que foram solucionadas
pelo experiente mecânico de serviço, Silva.
Depois de um pequeno período de descanso, o pelotão deixou o
concelho de Cinfães e atravessou a Ponte de Melo, recentemente recuperada
pela edilidade de Castelo de Paiva, uma travessia desconhecida por
muitos daqueles que vivem naquela zona, iniciando-se a subida até à Ladroeira, na freguesia de Bairros, do
lado do território paivense, e com a subida puxada, lá vieram os problemas de
uma dita pedaleira e em vez de parafusos levou pedras, pedrinhas e mais
pedrinhas…!
Chegados ao cima da encosta, foi tempo de curar feridos, esticar
pernas, tirar fotos e molhar a boca… passamos depois, junto aos fornos de
carvão um sítio diferente e sinistro, a fazer recordar um paisagem do Vietname…

Agora sim! O tempo foi para desfrutar da vista, da água, da lama e
dos objectos não identificados deixados no meio do caminho… “ mais trabalho
para o carro vassoura” e já na Espiunca tivemos direito a experimentar a areia
da praia fluvial…ainda muito suja, apesar do tempo de veraneio estar próximo…
Retemperadas as forças, finalmente a última subida… de novo para Vila Viçosa, que é como quem diz, “ a terra que nos viu
partir “.
O Rogério, o homem da pedaleira, foi rebocado pela mota vassoura,
um furo levou o carro vassoura a confundir-se em relação aqueles que vinham
realmente mais atrasados… depois de desfeitas as confusões, o amigo Paulo ficou
na companhia do carro vassoura, sendo constantemente enganado por este, pois
“faltavam sempre três curvas para o final”.
E aqui, é de realçar, que o motorista de camiões não desistiu e chegou ao final, cansado mas satisfeito. E como o inesperado acontece, quem diria que na aproximação da meta, junto à sede da colectividade local, ocorreriam mais dois “tralhos” de dois amigos que até as quedas partilharam, o Rui e o Hugo.
E aqui, é de realçar, que o motorista de camiões não desistiu e chegou ao final, cansado mas satisfeito. E como o inesperado acontece, quem diria que na aproximação da meta, junto à sede da colectividade local, ocorreriam mais dois “tralhos” de dois amigos que até as quedas partilharam, o Rui e o Hugo.

No final, o grande mentor da jornada, o amigo policia Zé Rodrigues,
não deixou passar a oportunidade de fazer os agradecimentos, evidenciando o Nuno,
da mota-vassoura, ao carro-vassoura e família; aos participantes colegas de
trabalho e elementos do fantástico grupo do Bike 17Eco, aos
participantes de Souselo, aos poucos participantes mas bons de Vila
Viçosa.